segunda-feira, 31 de maio de 2010

JOÃO BATISTA FERREIRA


Conhecido popularmente por JOÃO MAESTRO, natural de Santana do Matos-RN, nasceu a 25 de junho de 1935, filho de ANTONIO FERREIRA DE OLIVEIRA e de MARIA LIMA WANDERLEY. Ingressou na PM no dia 2 de maio de 1958, em Natal, passou 30 dias como soldado e fez o concurso de sargento músico, continuando nove na PMRN, trabalhando com os seguintes maestros: LOURIVAL CAVALACANTE, LUIZ e DJALMA RIBEIRO. Casou-se com MARIA FELIX FERREIRA. Em maio de 1961 foi designado o primeiro maestro da Banda Municipal de Luís Gomes "Dr. VICENTE LOPES FERNANDES", continuando no cargo até a presente data

quinta-feira, 15 de abril de 2010

BANDA DE MUSÍCA DA PMRN

ÀBANDA DE MÚSICA DA PM

“PRA VER A BANDA PASSAR...

Criação da Banda de Música da gloriosa e amada Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Norte

Alguém seria capaz de não atender ao chamado dos acordes p’ra ver a banda passar? Crianças, jovens e velhos, independente do sexo, profissão, origem, nacionalidade, posição social e afazeres, todos dão uma paradinha que seja, mas ninguém resiste ao som de uma banda, bandinha ou “furiosa”, como se diz lá pelos sertões. E é justamente esse o registro que faço sobre a banda de música de nossa

Em 16 de julho de 1886 era criada a Banda de Música da Polícia Militar deste Estado, através da Lei nº 982, no crepúsculo do Império. Mesmo assim, somente cinco anos mais tarde, já no período republicano, é que foram publicados editais no jornal “A República”, oferecendo contratos aos músicos locais ou de outros recantos nacionais. Foi então que, a partir de 1892, formou-se o primeiro conjunto de dez instrumentistas, os pioneiros na província, para, à frente do Corpo Policial, como então era chamada a corporação, executar os acordes marciais em dias festivos.Congregando sempre destacados músicos potiguares, a Banda de Música da Polícia Militar esteve sempre presente nesses seus cento e dezoito anos, nos mais significativos eventos comemorativos ocorridos nesta Capital e interior, oferecendo aos seus ouvintes, em cada uma dessas ocasiões, os melhores sons que possam ser tirados de instrumentos de seu gênero.

Por seus quadros já passaram figuras que se celebrizaram, como Antônio Soares Paixão, o primeiro instrumentista que a integrou; Antônio Paulino de Andrade, seu primeiro mestre, e os Capitães Abdon Álvares Trigueiro e Apolônio Seabra de Melo, que se destacaram pelas composições musicais que deixaram para enriquecimento de seu acervo de partituras.

De elevada importância e destaque memorável foi o período em que passou sob a regência do maestro italiano Luigi Maria Smido, responsável pelo grande concerto que a Banda realizou na noite de 7 de setembro de 1922, quando das comemorações do centenário da emancipação política brasileira, no Theatro Carlos Gomes, hoje Teatro Alberto Maranhão. Atuaram também na regência desse monumental espetáculo os nativos Tomaz Balbino e o Tenente José Gomes, todos sob os mais calorosos aplausos da enorme e seleta assistência.

É igualmente merecedor de registro o nome de uma figura que se tornou conhecida nacionalmente pela sua dedicação, seu trabalho artístico, e que foi integrante desse valioso conjunto musical, o músico de primeira classe, o que hoje corresponde a primeiro sargento, Antônio Pedro Dantas, o Tonheca Dantas, de quem tanto se orgulham os seus componentes quando tocam sua obra-prima, a valsa “Royal Cinema”.

Citar outros nomes seria correr o risco de cometer injustiça pela omissão, tantos foram os artistas que integraram o quadro de músicos daquela Corporação, muitos oriundos que eram de bandas do interior do Estado ou da Banda dos Escoteiros do Alecrim, pupilos do emérito professor Luiz Soares, ou da antiga Escola de Artífices, depois Escola Industrial, e que deu origem à Escola Técnica Federal, hoje Centro Federal de Educação Tecnológica – CEFET. Alguns até se mudaram para centros maiores, na busca de aprimoramento e destaque nas artes musicais. Mesmo assim, arrisco lembrar uns poucos nomes de seus últimos mestres como o do Coronel Luiz Gonzaga César de Paiva, rigoroso no cumprimento das tarefas, porém, como artista que era, possuía igualmente um generoso

coração, e que deixou para nossa geração esse herdeiro de suas qualidades artísticas, esse grande músico, boêmio, alegre e cordial amigo de todos que o ouvem nos bares e eventos sociais onde toca, o Paulo César; o Tenente Luiz Alcântara Lucas, seu regente durante mais de vinte anos, paciente, tolerante e que dispensava a seus comandados um tratamento verdadeiramente paternal; o Tenente Epitácio Cavalcanti; o Sub-Tenente Geraldo Bernardo da Silva; Sargento Fernando Mascena Apurinã; o Sub-Tenente Eufrásio Vieira do Nascimento e o Primeiro Tenente José Carlos Fernandes da Silva.

Hoje, a batuta está entregue ao Segundo Tenente Dejair Francisco Dantas, que tem a difícil e também prazerosa tarefa de conduzir os estudos, ensaios e apresentações desses

artistas anônimos, quer sejam nas formaturas da tropa, ou nos eventos oficiais e até particulares em que se faz presente com os sons dos hinos, dobrados, canções e os mais variados arranjos para satisfação de tantos que os ouvem, muitos até desde criança, com entusiasmo e emoção ao ver a banda passar pelas ruas da cidade, nas praças e “shoppings”, no ato de cada exibição.

Vamos todos, de pé, aplaudir esses artistas... e sua mascote.”

CARLOS ADEL TEIXEIRA DE SOUZA, Pesquisador.

É a corporação responsável pelas ações de defesa civil no combate a incêndios (urbanos e florestais) e calamidades públicas, realizando buscas e salvamentos. Atua também em atendimentos de socorro pré-hospitalar em via pública, com ambulâncias e motocicletas.

Compete ao Corpo de Bombeiros: Realizar o serviço de extinção de incêndio simultaneamente com o de proteção e salvamento de vidas e materiais no local do sinistro; Realizar o serviço de busca e salvamento, prestando socorro em casos de afogamento, inundação, desabamento, acidentes em geral, catástrofes ou calamidade pública; Assessorar a administração pública quando às medidas que visem a prevenir a irrupção de incêndio.

BANDA DE MÚSICA

“Criada por força da lei Nº 982, de 16 de julho de 1886, conta a Banda de música da Polícia Militar com exatos 118 anos de relevantes serviços prestados a Polícia Militar, bem como ao nosso querido Estado Potiguar, seja alegrando a população nas diversas retretas, seja abrilhantando os desfiles estudantis ou cívicos militares, seja atuando como tropa meramente policial na defesa do cidadão, na segurança das eleições e grandes eventos, ou ações isoladas de grandes profissionais que, presenciando a ação delitiva de outrem, investe-se no poder de policia e atua como guardião da sociedade, muitas vezes com o sacrifício da própria vida.

Tendo como 1º mestre Antonio Paulino de Andrade e contando com 10 (dez) instrumentistas, começou a ser forjada esta briosa organização que teve seu apogeu em 1922 quando exercia a regência da banda o cidadão italiano Luigi Maria Smido que, com grande visão para sua época realizou grande concerto publico no dia 07 de setembro que fora divulgado na edição de 10 de setembro do mesmo ano no período A REPÚBLICA.

Ao longo dos anos, tivemos inúmeros profissionais que se destacaram no campo artístico, elevando assim o nome da banda de música e, principalmente de nossa Corporação. Assim, seria injusto elencar alguns nomes e por descuido esquecer outros. Portanto a fim de prestigiar a todos os precursores, escolhemos ANTONIO PEDRO DANTAS, carinhosamente conhecido como TONHECA DANTAS, a fim de homenagear a todos. Autor das músicas Royal cinema, Desfolhar saudades, Delírio, Melodia do bosque, dentre outras, nossa banda de música foi ouvida, através das rádios BBC de Londres e Mundial de Moscou, ultrapassando assim nossas fronteiras territoriais.

Conta atualmente com 81 integrantes sendo 62 em Natal e 19 em Mossoró.

Buscando um maior entrosamento e qualidade, seus integrantes buscam novos conhecimentos em universidades e escolas de música. Conta com integrantes que se encontram cursando o curso de música da UFRN e curso de mestrado em música na UFCe.

Para testemunharmos ainda mais sobre o grau de profissionalismo e amor ao próximo por parte dos integrantes da Banda de música nos vimos na obrigação de reconhecer que sempre encontramos o suporte necessário em dita instituição Policial Militar uma vez que nela conseguimos entoar:

“Prova de amor maior não há, que doar a vida pelo irmão”.

Sempre que necessitamos de voluntários para, com seu sangue, salvar a vida de terceiros, é na banda de música o lugar certo para sempre termos uma resposta positiva.

Finalizando, queremos agradecer ao Cap PM RR SP José Leitão Filho que, mesmo na reserva, não pendurou sua batuta e segue apoiando nossa banda. Autor de várias canções onde ressaltamos, Canção potiguar, Canção da Academia da PM/RN e Canção do Curso de Formação de Oficiais da PM/RN. Ajuda assim o Cap Leitão a enriquecer o nosso acervo musical.

Não podemos esquecer os mais recentes regentes que ajudaram a erguer o nome de nossa Banda de música. SubTen Geraldo Bernardo da Silva, de 1983 à 1989, SubTen Fernando Apurinãn Mecena Silva, de 1989 à 1996, 1º Ten José Carlos Fernandes da Silva, de 1996 à 2002 e 2º Ten Dêjair Francisco Dantas que assumiu a regência em julho de 2002 até o presente momento.

Policiais Militares do RN orgulhem-se como me orgulho de ter em nossas fileiras uma banda de música tão atuante e conceituada como a nossa banda o é.

Senhores músicos militares orgulhem-se de pertencer a esta briosa Corporação e estarem servindo na banda de música. Vocês são, além de todo o exposto, são nosso principal cartão de visita.

Rogo a todos que, cada vez mais busquem o aprimoramento individual e coletivo a fim de elevar ainda mais o conceito dessa Banda e de nossa Polícia Militar. (coletivo).

Publique-se em BG, registre-se e arquive-se.

Glicério Eduvirgens da Silva, Cel PM Chefe do EMG e Subcomandante.”

FONTE: BOLETIM GERAL DA PMRN

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